Associação Portuguesa de Poetas

Novembro 20 2009

 

 

Queridos Associados,

 

Quero partilhar convosco a alegria que senti ao verificar que hoje, às 17h43, as fotos colocadas pela APP nos seus dois blogues no Sapo foram vistas 10 622 vezes!

 

Estamos de parabéns e felizes por termos apostado no SAPO para a divulgação da APP. Em pouco mais de 10 dias, altura em que colocamos os contadores, os nossos blogues já foram vistos por 1 094 visitantes oriundos dos cinco continentes.

 

Viva a Poesia em Língua Portuguesa!

 

Viva a Associação Portuguesa de Poetas!

 

Maria Ivone Vairinho

Presidente da Direcção da APP

 

 

 

 

publicado por appoetas às 17:45
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Novembro 20 2009

 

No dia 14 de Novembro, no restaurante "VáVá", realizou-se a programada Tertúlia Poética, que foi moderada por Liliana Josué, Secretária da Direcção da APP.

 
Liliana Josué resumiu a vida e obra de Guerra Junqueiro, numa cuidada e concisa informação.
 
Em seguida, os Poetas da APP leram os seus trabalhos, inspirados pelo mote dado: “A Lágrima”, que podem ser vistos no outro blogue da APP:
 
http://ospoetasdaapp.blogs.sapo.pt.
 
 
 
Colocado por Maria Ivone Vairinho 

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publicado por appoetas às 05:31

Novembro 13 2009

 

TERTÚLIA POÉTICA

No Restaurante VáVá, na Av. Estados Unidos da América, 100C

(metro:Roma)

Dia 14 de Novembro, das 15h30 às 18h30

 

Mote dado para os poemas dos nossos associados: "A Lágrima" (Guerra Junqueiro).

 

Igual à participação do mote de Luís de Camões "Amor é fogo que arde sem se ver", seria muito bom.

Mas os nossos Poetas conseguem sempre surpreender-nos e vamos atingir um nível superior!

 

Maria Ivone Vairinho

 


Novembro 09 2009

 

 

(Muro de Berlim
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

A emoção que sentimos no dia 9 de Novembro de 1989 foi parecida com a vivida no dia 25 de Abril de 1974 - era também um povo que se libertava, era um país que começava a reunificar-se, uma União Europeia que começava a  alargar-se, a tornar-se mais forte.
Duas datas marcantes, que não realizaram todos os sonhos, que  ficaram aquém daquilo que prometiam vir a ser, mas assinaláveis pelos caminhos de Liberdade que abriram.
No link seguinte pode encontrar toda a história desta data memorável, todos os seus antecedentes. Um óptimo trabalho com a chancela prestigiada da WIKIPEDIA.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Muro_de_Berlim

Maria Ivone Vairinho


Novembro 06 2009

6 de Novembro de 1919: Nasceu Sophia de Mello Breyner, poetisa portuguesa

 

O POEMA

 

 O poema me levará no tempo

 

Quando eu já não for eu
E passarei sozinha
Entre as mãos de quem lê
 
O poema alguém o dirá
Às searas
 
Sua passagem se confundirá
Com o rumor do mar com o passar do vento
 
O poema habitará
O espaço mais concreto e mais atento
 
No ar claro nas tardes transparentes
Suas sílabas redondas
 
(Ó antigas ó longas
Eternas tardes lisas)
 
Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas
 
E entre quatro paredes densas
De funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
Com o poema no tempo
 
Livro Sexto (1962)
 

 

 (Colocado por maria ivone vairinho)
publicado por appoetas às 18:36

Novembro 05 2009

No dia 31 de Outubro de 2009, na Sala das Colunas do Palácio Galveias, a APP realizou mais um Encontro Poético.

 

O Poeta do mês foi Natália Correia. A palestra, que transcrevemos neste blogue, esteve a cargo de Liliana Josué que, de forma clara e brilhante, nos falou desta poetisa que marcou de forma indelével a segunda metade do século XX.

 

As imagens complementam as palavras de Liliana Josué e dão uma ideia do que foi este Encontro Poético no Palácio das Galveias, onde  os associados da APP desde 2002 divulgam a sua poesia e prestam homenagem a Grandes Nomes da Poesia Portuguesa.

  

 

 

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 19:16

Novembro 05 2009

 

NATÁLIA CORREIA
 
DADOS BIOGRÁFICOS.
 
Natália Correia nasceu a 13 de Setembro de 1923, em Ponta Delgada, Açores,e faleceu a 16 de Março de 1993 em Lisboa.
Era filha de Maria José Oliveira e de Manuel Medeiros Correia.
Teve uma irmã mais velha chamada Carmen Oliveira Correia. Todos eles de Ponta Delgada.
O seu estrato social pode integrar-se na média burguesia.
 
Características e personalidade de sua mãe: Foi uma mulher bastante culta incutindo nas suas filhas o gosto pela literatura. Era uma apaixonada pela Mitologia Grega, dando-a a conhecer, muito cedo, às duas crianças. As sua profissão era o ensino, acabando por ser professora das próprias filhas.
Natália Correia dizia: “Soube da existência dos deuses gregos antes de conhecer a Bíblia”.
 
      AFRODITE RESSURRECTA
 
Da espiritual roseira vos cito a Citereia
que nos braços de Adónis cobre a terra de flores.
Cereal e Celeste. Não a Vénus sereia
que em tropos gregos passa por ter muitos amores.
 
A de leite colmada. De amor, a mama cheia.
Universal obreira de aromas e sabores,
que pelos argonautas, nos filtros de Medeia,
troca luas malignas por honestos lavores.
 
Da Grécia ao tredo Lácio degradada em Pandemos
em mirtos a resgato de cultos obscenos.
Do Espírito o plectro fere de novo a onda.
 
Venusta sai da concha e para todos brilha
em divas formas Deus. A carne é maravilha.
É-lhe devido o cisne. Mas sobretudo a pomba.
 
Características e personalidade de seu pai: Foi proprietário e negociante de ananases. Pela sua falta de capacidade para gerir o negócio faliu, acabando por fugir, cheio de dívidas para o Brasil. Sua mulher, Maria José, divorciou-se dele dedicando-se ao ensino e às filhas.
Natália Correia atribuiu ao pai, entre outros “predicados,” o de “estupor de calças” .
 
VINDA PARA A METRÓPOLE
 
Aos onze anos veio com a mãe e a irmã para Lisboa.
Maria José foi a fundadora da Escola Lusitânia Feminina na rua Morais Soares.
Natália Correia matriculou-se no Liceu D. Filipa de Lencastre, mas foi expulsa por não acatar as regras da instituição educativa; uma delas foi a recusa de utilizar o caderno diário.
Ainda frequentou a Escola Machado de Castro mas acabou por sair.
Não ingressou na faculdade. A disciplina institucionalizada nos estabelecimentos de ensino contundiam com a sua personalidade rebelde. Para ela aqueles ambientes tornavam-se insuportáveis, por isso mesmo assim dizia num dos seus poemas: “Sou aluna das ervas e frequento / o curso do amor…”
Tornou-se uma autodidacta, estudando com apego: António Sérgio, Almada Negreiros, Antero de Quental, Teixeira de Pascoaes, Camilo e muitos outros.
 
              O ESPÍRITO
 
Nada a fazer amor, eu sou do bando
Impermanente das aves friorentas;
E nos galhos dos anos desbotando
Já as folhas me ofuscam macilentas;
 
E vou com as andorinhas. Até quando?
À vida breve não perguntes: cruentas
Rugas me humilham. Não mais em estilo brando
Ave estroina serei em mãos sedentas.
 
Pensa-me eterna que o eterno gera
Quem na amada o conjura. Além, mais alto,
Em ileso beiral, aí espera:
 
Andorinha indemne ao sobressalto
Do tempo, núncia de perene primavera.
Confia. Eu sou romântica. Não falto.
 
 
 
UNIVERSO FEMININO DE NATÁLIA CORREIA
 
Viveu durante muito tempo rodeada de mulheres: mãe, irmã, tias, primas e avós. Por essa razão, e pelo estigma dum pai ausente, tornou-se uma defensora acérrima das mulheres e dos seus direitos, principalmente as de classe mais baixa, incluindo prostitutas, incutindo-lhes força para nunca se deixarem rebaixar pelos homens. Quando, pela noite, se dirigia a casa quase sempre se cruzava com elas e nessas alturas dizia-lhes: “ Mulheres, não se deixem pisar, não se esqueçam que são as pitonisas do amor”.
 
PRINCIPAIS ACTIVIDADES PROFISSIONAIS E POLÍTICAS
 
Em 1944 ela e sua irmã Cármen foram jornalistas no Rádio Clube Português, e eram conhecidas pelas irmãs Balalaikas. Foi nesse programa que a poetisa se começou a demarcar pelo seu génio e dom de palavra, mais tarde transformado em dom de oratória.
Em 1946 publicou o seu primeiro poema “Manhã Cinzenta (à partida de S. Miguel)” do qual vou ler apenas a primeira estrofe.
 
                                 Ai madrugada pálida e sombria
em que deixei a terra de meus pais…
                                 e aquele adeus que a voz do mar trazia
                                dum lenço branco, a acenar no cais(…)
 
Nesse mesmo ano publicou também o romance “Anoiteceu no Bairro”
Mais tarde dedicou-se à vida política, tornou-se membro do MUD (Movimento de Unidade Democrática) onde conheceu Mário Soares.
Em 1969 em parceria com ele integra-se no CEUD (Comissão Eleitoral de Unidade Democrática).
Voltando uns anos atrás, em 1949, apoiou a candidatura do General Norton de Matos à Presidência da República.
Em 1958 irá apoiar o General Humberto Delgado ao mesmo cargo, apelidando-o “Cavaleiro da Liberdade”.
Mais tarde dará o seu apoio ao General Ramalho Eanes e Maria de Lurdes Pintassilgo.
 
Desempenhou o seu primeiro cargo político em 1979 como Consultora para Assuntos Culturais da Secretaria de Estado e da Cultura.
Em seguida foi eleita deputada pelo PSD. Durante este período escreveu o célebre poema “A Defesa do Poeta” de onde sobressaiu o tão famoso verso “(…)Ó subalimentados do sonho! A poesia é para comer!   
 “Espartilhos” não coabitavam com a sua personalidade,e as regras impostas pelo Parlamento também não foram do seu agrado. Por isso ela explica porque aceitou o cargo através destas palavras: “Fui deputada porque me pediram para introduzir o discurso cultural no Parlamento.”
No entanto em 1987 voltou a candidatar-se a deputada, através das listas do PRD (Partido da Revolução Democrática).
A sua terra nunca ficou esquecida, aderindo à Frente de Libertação Açoriana e aceitando escrever a a letra para o Hino dos Açores.
 
Mas para a poetisa, a única forma de fazer verdadeira política era através da poesia. Citação: “A poesia é , acima de tudo, o principal agente da revolução; não daquela historicamente dada, mas da revolução permanente que o sujeito impõe a si mesmo ao “acusar a história de nos ter escondido que todas as revoluções foram até hoje desnaturados exercícios da verdadeira””(revolução).
Há a acrescentar que nem sempre a sua obra literária foi bem aceite pelo governo vigente daquela altura. Foram-lhe censurados muitos trabalhos como: “Antologia da Poesia Erótica e Satírica” de 1966, pela qual foi condenada a três anos de prisão com pena suspensa, O Homúnculo de 1965 e a peça “o Encoberto” de 1969.
 
Sempre se considerou uma escritora independente ; sem quaisquer influências de outros escritores ou tendências para estilos catalogados. No entanto, segundo alguns estudiosos, na obra de Natália Correia, podem notar-se influências de Teixeira de Pascoaes e do seu conterrâneo Antero de Quental.
Sob o ponto de vista estilístico consideram-na uma Romântica, Barroca ou mesmo Saudosista, podendo-se constatar também   uma bem marcada influência Surrealista através da sua escrita sarcástica, irónica, com associações fónicas e imagéticas.
 
 
VIDA AMOROSA – LIGEIRA ALUSÃO
 
Apenas aqui deixo registado que casou várias vezes, não se adaptando, como é compreensível, ao papel de dona de casa. Cito palavras de própria poetisa: “Tudo o que seja fogões e panelas horroriza-me(...) ”.
 
 
 
O SEU CONCEITO DE PÁTRIA
 
Influenciada pelas teorias do monge medieval Joaquim Fiore, a noção de Pátria, irá sofrer uma transformação evolutiva, e em lugar de Pátria passará a existir uma Mátria. Natália Correia preconizava que o masculino e o feminino tinham tendência a aproximar-se cada vez mais, até se tornarem num único ser, mas teria de haver um período intermédio, onde as mulheres desempenhariam o papel preponderante. Segundo palavras da poetisa: “ As mulheres quando são grandes são superiores aos homens, porque são mulheres e homens ao mesmo tempo...” “(...) O mundo só se salva se elas tomarem conta dele(...)”.
Não se dando por satisfeita ainda arquitectou um terceiro conceito de Pátria realmente perfeita; a Fátria, inspirada na ideologia da Fraternidade e Igualdade.
Teve um programa na RTP intitulado “Mátria” onde apresentava mulheres de grande vulto do nosso país, em vários campos culturais.
 
IDEAIS RELIGIOSOS
 
Em relação à crucificação repudiou-a dizendo: ”Que as forças inebriantes da vida o despreguem da cruz, para que Cristo não seja sofrimento mas alegria”.
Natália Correia pretendeu recuperar o sagrado mas sob o ponto de vista pagão.
O seu enlevo pelo paganismo deveu-se, sobretudo, à educação dada por sua mãe.
Considerava-se também uma espiritualista, devido a estranhas experiências por que passou.   Achava-se dominada por espíritos ou energias; acreditava ser portadora de poderes sobrenaturais.
Fernando Dacosta afirmou tê-la visto fazer parar a chuva num comício de Jorge Sampaio, na sua candidatura à Câmara de Lisboa. Ele próprio relatou: “(...) com gestos imprevisíveis dirigia-se para lá do visível(...) ou “(...) vi-a fazer parar a chuva, retroceder agressores, imobilizar loucos(...).
Para confirmar tudo o que foi dito sobre este assunto apresento dois versos dum poema dela: “ Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes / Creio no incrível, nas coisas assombrosas(...).
 
O BOTEQUIM
 
Em 1971 abriu na Graça, com Helena Roseta e outras mulheres da cultura portuguesa, um bar chamado O Botequim. Aí foi o ponto de encontro para muitos políticos e intelectuais. Comiam, bebiam, confraternizavam, diziam poesia e até cantavam.
É, quanto a mim, um local a considerar, como tantos outros que já temos, de grande importância na nossa vasta tradição intelectual.
Para terminar a minha intervenção, acrescento apenas que Natália Correia, devido à sua forte e pouco comum personalidade, foi muitas vezes catalogada de marginal, coquete e excêntrica.
Em relação à sua obra disse ela: “Vai ser preciso passar uma década sobre a minha morte, para começarem a compreender o que escrevi”.
 
LÍNGUA MATER DOLOROSA
 
Tu que foste do Lácio a flor do pinho
dos trovadores a leda e bem-talhada
de oito séculos a cal o pão e o vinho
de Luís Vaz a chama joelhada
 
tu o casulo o vaso o ventre o ninho
e que sôbolos rios pendurada
foste a harpa lunar do peregrino
tu que depois de ti não há mais nada,
 
eis-te bobo da corja coribântica:
a canalha apedreja-te a semântica
e os teus versos feridos vão de maca.
 
Já na glote és cascalho és malho és míngua,
de brisa barco e bronze foste língua;
língua serás ainda... mas de vaca.                      
 
31/10/2009
Liliana Josué

Novembro 02 2009

 

Somos a Associação Portuguesa de Poetas, fundada por um grupo de 12 poetas que, num Cartório Notarial, nas Portas de Santo Antão, assinaram o acto legal de constituição da APP, publicado na III Série, nº 101, do D.R. de 3 de Abril de 1985.
 
Os sócios fundadores da APP, ao criarem “uma associação, sem fins lucrativos, que tem por objecto difundir a poesia portuguesa, proporcionar o convívio, o diálogo e a interajuda entre os seus associados”, puseram nas nossas mãos a possibilidade de concretizar o ideal de sermos, como disse Manuel Hermínio Monteiro,
 
“seres humanos que reconhecem a Poesia pela substância do seu silêncio. Pelo seu perfume. Pela riqueza inesperada das suas sugestões”

 

 

Foi tudo isto que recordamos na Festa de carinho, amizade e respeito em que homenageamos MARIA EMÍLIA VENDA, sócia-fundadora n,º 9 que, em nenhum momento, abandonou a APP. É sócia da APP desde 1985, sem qualquer interrupção.

 

No bonito salão de palestras e exposições da Livraria-Galeria Municipal Verney, agora enriquecida com o nome de Colecção Neves e Sousa, graças à belíssima colecção deste Pintor, pertença da C.M.Oeiras e  quase sempre em exposição (alguns dos seus quadros maravilhosos  estão no fundo das nossas fotos), cerca de sessenta amigos de Maria Emília Venda rodearam-na de carinho e amizade, numa merecida Homenagem.

  

São imagens dessa Festa de Amizade que aqui reproduzimos:

 

 

   
   
   
   
   
   

 

colocado por Maria Ivone Vairinho

publicado por appoetas às 03:01

Outubro 31 2009

 

PALÁCIO GALVEIAS

(Campo Pequeno)

 

ENCONTRO POÉTICO

 

POETA DO MÊS: NATÁLIA CORREIA

 

Palestra a cargo de LILIANA JOSUÉ NUNES

 

Todos os presentes poderão dizer poemas de NATÁLIA CORREIA ou a ela dedicados

 

ENTRADA LIVRE

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 08:15

Outubro 28 2009

 

QUINTA-FEIRA CULTURAL 

 

29 de Outubro de 2009

Livraria-Galeria Municipal Verney 

das 16h00 às 18h00

 

 

 

 

 

 

Poeta do mês: Maria Emília Venda,

Sócia-fundadora da APP, em 3 de Abril de 1985

 

Maria Ivone Vairinho apresentará Maria Emília Venda que, em seguida, falará de si e da sua obra.

 

Seguir-se-á a leitura de poemas de Maria Emília Venda por associados da APP, alunos da Universidade Sénior de Oeiras e da USILA - Algés, onde Maria Emília Venda é professora.

 

 

Ana Ramos
Meu Destino
Alzira Vairinho Borrêcho
Prosa dedicada a Maria Emília
Emília Azevedo
A minha rua é aquela
Gabriel Gonçalves
Há sempre mais céu
José Neto
Escuta Amor
Magnólia Filipe
Assim vai o mundo
Maria Aldina Portugal
Poema sem rimas
Maria de Lourdes Pereira
Lisboa, linda cidade
Maria Helena Ribeiro dos Santos
Tristeza minha amiga
Maria Helena Xavier
Preciso ter tempo
Maria Ivone Vairinho
Vida Imaginária
Maria José Apolo
Leito de magia
Maria José Raposo
Nem só os meus olhos choram
Milú Alves
Tentativa
Rosa Dabreu Serrano
Rugas de saudade
Rosângela
Ama a vida
Susete Viegas
Sonho ou realidade
Santos Zoio Guerra e Destruição
Virgínia Branco
O meu deserto

 

 

Colocado por Maria Ivone Vairinho

publicado por appoetas às 03:50

A Associação Portuguesa de Poetas, constituída por escritura pública de 3.04.1985, com o objectivo de difundir a Poesia em Língua Portuguesa, está registada na base de dados da UNESCO na categoria Organizações/Poesia – Portugal, desde 23.09.2005
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